Resenha - A Arte da Imperfeição.

quinta-feira, julho 05, 2012


Título original: The Gifts of Imperfection.
Autor: Brené Brown
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 184
Classificação: 2/5
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A cada dia nos deparamos com uma enxurrada de imagens e mensagens da sociedade e da mídia nos dizendo quem, o que e como devemos ser. Somos levados a acreditar que, se pudéssemos ter um olhar perfeito e levar uma vida perfeita, já não nos sentiríamos inadequados. E se eu não posso manter todas essas bolas no ar? Por que não é todo mundo que trabalha duro e vive às minhas expectativas? O que as pessoas vão pensar se eu falhar ou desistir? Quando posso parar de provar a mim mesmo? A jornada de uma vida, deixando de se preocupar com “O que os outros vão pensar?” e acreditando que “Eu sou suficiente”. 
"Somente quando tivermos coragem suficiente para explorar a escuridão, descobriremos o poder infinito da nossa luz".

 "A Arte da Imperfeição" é a prova de que eu não gosto mesmo de autoajuda. O livro é razoável, no início eu achei que seria diferente, que poderia ser bem interessante, estava até empolgada para ler. O livro começou bem, cada tópico com o respectivo assunto e bem interessante alguns. Mais depois percebi que a autora se perdia muito no texto escrito e ela contava muito sobre a própria história. Então o livro é uma biografia + autoajuda.

A capa do livro é linda, a diagramação também é muito bonita, mais o contéudo não vale quanto a diagramação. Foram poucos tópicos que prenderam minha atenção, que eu realmente gostei. Brené Brown é uma pesquisadora, especialista em vergonha, autencidade e pertenciamento. Ela nos mostra o valor pessoal e como é viver plenamente, Brené conta no livro (A Biografia dela) sua jornada para encontrar o verdadeiro significado de viver plenamente.
Viver plenamente é encarar a vida a partir de uma afirmação de valor. Significa cultivar a coragem, a compaixão e a sintonia necessárias para acordar pela manhã e pensar: “Não importa o que eu faça ou deixe de fazer, eu sou suficiente.” É ir para a cama à noite pensando: “Sim, sou imperfeito e vulnerável e, às vezes, tenho medo, mas isso não muda o fato de que sou corajoso e digno de amor e pertencimento.” Pág, 19.
Esse não é um livro que vai agradar todo mundo, mais é um livro que vai agradar sim algumas pessoas, aquelas que estão procurando por um livro que ajude-as a mudar de vida e enxergar qualidades em si próprio.

Eu não gostei tanto, porque não é um gênero que eu costumo ler, mais o livro tem sim os seus pontos positivos - citei lá em cima - e é uma leitura diferente. Recomendo para que você leia e tire suas conclusões.
Abandone a pessoa que você acha que deve ser e seja você mesmo.

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2 comentários

  1. Deu-me a impressão de uma leitura intrigante, mas muito necessária.
    Abração.

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  2. Olá Lidi. Pois esse livro me agradou e não me agradou. Ele tem vários pontos que faz a gente pensar mesmo, mas a maneira como é narrado complica. A autora sendo uma pesquisadora não teve um jeitinhoo de agarrar a atenção dos leitores, acho que outra pessoa escrevendo este mesmo livro poderia ajudar. Bjinhos

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